G2G - Grupo de experimentação em gênero + comunicação + tecnologia ...um lugar de encontro + troca de experiências, informações, conhecimentos
...um lugar para ler, escrever e traduzir textos
...um lugar seguro


CONVERSANDO

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encontros em irc-indymedia canal #g2g ...

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aonde estão as mulheres?
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nas ruas!
TPM Crew

AÇÕES

-> AreaRascunho
área de conversas livres
-> Sistemas Colaborativos Siteg2g
RetomeaTecnera
campanha da APCwomen.org contra a violência contra mulheres
-> Oficinas
OficinaGenero
oficina da lelex com atividades sugeridas por t
OficinaPontos
oficina de gênero e tecnologia /pontos de cultura/MinC - nacional
OficinasMeninxsdeRua
proposta de oficina de mídia livre para meninas/IP - Rio de Janeiro
OficinaAcu
oficina em telecentro casa brasil março de 2007, açu, rio grande do norte
-> DeliciosasDescobertas
info de integrantes do grupo g2g
-> CarnavalecleticoTech (página .dev)
Sítio oficial: http://ciberfeminismo.midiatatica.info/etc

Se ligue:


LinguagemInclusiva
quebrando os padrões textuais que nos invisibilizam

Conceituando Genero
http://www.dhnet.org.br/direitos/textos/generodh/gen_categoria.html
texto joan scott - genero categoria
http://docs.indymedia.org/view/Local/GenerO -> Gênero: essência, aparência, transferência, persistência ou violência?
Biblioteca Virtual Mulher
http://www.prossiga.br/bvmulher/cedim/
BVM, do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher - CEDIM/RJ, é um site especializado no tema Mulher e Relações de Gênero. Nela, encontram-se selecionadas as informações existentes na Internet - do Brasil e do Exterior - sobre saúde, violência, trabalho, cultura, direitos e cidadania, educação e poder e participação política. Para complementar seu conteúdo, já que nem toda informação brasileira sobre a temática encontra-se na Internet, também foram disponibilizados na Biblioteca dados e informações coletadas fora da rede.

Ciberfeminismo
o que é o ciberfeminismo? como e onde surgiu? como faço para ser uma ciberfeminista?
The Final Truth about Cyberfeminism
http://www.artwarez.org/?p=80 - Published in ‚very Cyberfeminist International‘, Old Boys Network, editors Claudia Reiche and Helene von Oldenburg, 2002
A Report on Cyberfeminism
http://switch.sjsu.edu/web/v4n1/alex.html
-> Sadie Plant relative to VNS Matrix, por Alex Galloway
para ler
http://www.accpar.org/numero5/cyberfem.htm
-> Tecnología y construcción de la subjetividad. La feminización de la representación cyborg, de Ana Martínez-Collado
ENRE/Dades
http://barcelona.indymedia.org/newswire/display/240321/index.php
são pessoas interessadas na sociedade da informação sob o ponto de vista de gênero e feminismo
Feminismo e a tecnocultura -> http://people.hws.edu/dean/fem_tech.html
PedagogiaCiborgue
( crg2@psu.edu or ymgl 00@psu.edu)
Writing the digital body -> http://www.uiowa.edu/~iareview/tirweb/feature/minotaur/mp_print_version.pdf
Allucquère Rosanne Stone, “Will the Real Body Please Stand Up" -> http://www.molodiez.org/net/real_body2.html
Notas sobre la condición política del Cyberfeminismo, Faith Wilding & Critical Art Ensemble http://www.creatividadfeminista.org/articulos/ciber_artensamble.htm
The Domestic as Virtual Reality: Reflections on NetArt and Postfeminism (Jess Loseby)
http://www.electronicbookreview.com/v3/servlet/ebr?command=view_essay&essay_id=losebywp∞;
Mestruação radical -> http://www.campusactivism.org/uploads/radical-menstruation.pdf
Ciberfeminismo latino-americano
http://ciberfeminista.org/
GenEro - ou o ciberfeminismo nunca chegou à américa latina
Old Boys Network
http://www.obn.org/
projeto que impulsionou o termo ciberfeminismo pelo mundo nos anos 90. Veja também o site de Cornelia Solfrank artwarez, alemã que muito contribui para o projeto
subRosa
http://www.cyberfeminism.net
Woman on Waves
http://www.womenonwaves.org/
aborto com segurança em alto-mar
Susanna Paasonen
http://www.translocal.net/susanna/
professora de cultura digital na Finlândia com um trabalho sobre ciberfeminismo, "outras" pornografias etcétera

Pioneiras da Tecnologia
pequeno descritivo das mulheres que pensaram e trabalharam com tecnologia desde o séc. XIX
Algumas pioneiras:
-> Ada Lovelace
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/87/Ada_Lovelace.jpg/200px-Ada_Lovelace.jpg
Augusta Ada King, ou Condessa de Lovelace (1815 - 1852) é conhecida como a primeira programadora, tendo escrito uma descrição do computador mecânico para todos os fins, a máquina analítica de Charles Babbage.
FONTE: http://es.wikipedia.org/wiki/Ada_Lovelace
-> Donna Haraway
http://www.stanford.edu/dept/HPS/Haraway/CyborgManifesto.html
escreveu o manifesto seminal que marca sem volta as fronteiras e cruzamentos entre corpo e máquina
-> Sadie Plant
http://gramagrass.org/images/sadie.jpg
diretora da "Cybernetic Culture Research Unit" Universidade de Warwick/UK e autora do livro "Zeros + Ones : Digital Women + the New Technoculture" em que descreve tecnologias como a internet como essencialmente femininas. leia seu "Manifiesto de la Zorra Mutante" em http://www.aec.at/meme/symp/contrib/vns.html Mais em
http://www.jahsonic.com/SadiePlant.html
-> Sandy Stone
Sandy foca em como as comunidades virtuais produzem coisas como corpos, identidades e espaços.
-> VNS MATRIX
el clítoris es una línea directa a la matriz
terminators del código moral
mercenarias de la suciedad
chupando el altar de la abyección
investigando el templo visceral que hablamos con la lengua
infiltrando perturbando diseminando
corrompiendo el discurso
somos el coño del futuro
-> Cornelia Sollfrank es artista, ciberactivista y creadora de la organización ciberfeminista Old Boys Network. Su obra, conceptual y performática, versa sobre los paradigmas cambiantes del arte, la posición del y la artista en la era de la Información, la relación entre género y entorno tecnológico y las potencialidades de la comunicación y el trabajo en red como formas de arte. Entre sus obras más destacadas, figura el pionero Female Extension, proyecto de net-art que aglutinó a más de 300 netartistas en 1997, y Net.art Generator, un generador automático de arte por encargo. Es también autora del First Cyberfeminist International (1998) y el Next Cyberfeminist International (1999) y en la actualidad desarrolla su obra en torno a las mujeres hackers:
http://www.artwarez.org
http://www.obn.org/femext
http://www.obn.org/hackers
->Barbara Thoens
http://barcelona.indymedia.org/newswire/display/51680/index.php
Hackear es político
-> Sarah Flannery.
"Em 1999, ela tinha 16 anos quando recebeu o prêmio “Jovem Cientista do Ano”, na Irlanda, pelo seu trabalho sobre criptografia na Internet. Esta é uma área considerada um reduto masculino por excelência, tanto que Sarah foi descrita no recente livro “The Hacker Ethic” como “hacker de 16 anos). Atualmente, ela é estudante na Universidade de Cambridge/EUA. Recém lançou o livro “In Code: A Mathematical Journey”, escrito com seu pai, contando sobre suas aventuras na área da matemática e da criptografia, incluindo, portanto, o universo digital."
de -> http://www.cidade.usp.br/educar/?monografias/masculinofeminino/gentecsocinf/2
-> Jude Milhon, conceituada programadora de Sistemas de Informação (SI), citada como uma das primeiras “hackers” femininas no livro de Steve Levy “Hackers, Heroes of the Computer Revolution” (Hackers: Heróis da Revolução Computacional), lançado em 1984.
-> Clara G. Sopht
http://obn.org/hackers/claint.htm
-> Marge Piercy, em 1991 escreveu a ficção científica "He, She And It" (published under the title Body of Glass outside the USA) . leia o primeiro capítulo
http://www.margepiercy.com/books/heSheIt_First_Chapter.htm
http://en.wikipedia.org/wiki/He,_She_and_It
OUTRAS, por LinuxChix
http://wiki.linuxchix.org.br/index.php/Mulheres_e_Computa%C3%A7%C3%A3o
versão em .pdf

Gêneroe Tics
a questão de gênero sobre a perspectiva das tecnologias de informação e comunicação
gênero e TCIs: a caminho de uma visão analítica (em inglês)
http://www.apcwomen.org/resources/research/analytical-framework.html
Cutting Edge Pack on Gender and ICTs
http://www.bridge.ids.ac.uk/reports_gend_CEP.html#ICTs
recurso sobre gênero e TICs da BRIDGE, centro de informação e pesquisa em gênero e desenvolvimento do Instituto de Estudos sobre o Desenvolvimento (IDS) da Universidade de Sussex na Inglaterra
Pesquisa
http://eszter.com/research/a17-genderskills.html
sobre o papel do gênero nas habilidades tecnológicas "he literature on gender and technology use finds that women and men differ significantly in their attitudes toward their technological abilities. Concurrently, existing work on science and math abilities of students suggests that such perceived differences do not always translate into actual disparities. There has been little work exploring gender differences with respect to Internet use ability, especially based on a diverse sample of adult users. We use new data on Web-use skill to test empirically whether there are differences in men's and women's abilities to navigate online content. Findings suggest that men and women do not differ greatly in their online abilities. However, we find that women's self-assessed skill is significantly lower than that of men. We discuss the implications of these findings for social inequality with respect to Internet use."
http://www.apcwomen.org/gem/portuguese/tics.htm Metodologia de avaliação com perspectiva de gênero (GEM), do Programa de Apoio às Redes de Mulheres da Associação para o Progresso das Comunicações (PARM APC)
Beyond Tools: Technology as a feminist agenda artigo
http://www.palgrave-journals.com/development/journal/v49/n1/full/1100230a.html
de Chat Garcia Ramilo, da APC (em inglês)
Gender and Power in Online Communication
http://rkcsi.indiana.edu/archive/CSI/WP/WP01-05B.html
gênero e TICs na costa rica
http://www.sulabatsu.com/

Teletrabalho
como trabalhar de casa muda as atividades que realizamos cotidianamente, assim como seus espaços de vida e trabalho
"o crescimento do teletrabalho transnacional tem aberto muitas oportunidades para as mulheres do Sul, incluindo a alimentação de bancos de dados, transcrições médicas, sistemas de informação geográfica e produção de software"
http://www.apcwomen.org/gem/portuguese/tics.htm
Asociación Argentina de Teletrabajo
http://www.aat-ar.org/
ainda não pesquisei bem para ver se eles se preocupam com gênero...
aqui vai a descrição de um livro que achei bem relevante ... mas que não achei online... nem em português...
Wired to the World, Chained to the Home: Telework in Daily Life (Penny Gurstein, 2001)
How does working at home change people's activity patterns, social networks, and their living and working spaces? How will it change the way we plan houses and communities in the future? Will telecommuting solve many of society's ills, or create new ghettos? Gurstein combines a background in planning, sociology of work, and feminist theory, with qualitative and quantitative data from ten years of original research, including in-depth interviews and surveys, to understand the socio-spatial impact of home-based work on daily life patterns. She analyzes the experiences of teleworkers including employees, independent contractors, and self-employed entrepreneurs, and presents significant findings regarding the workload, mobility, the distinct differences according to work status and gender, and the tensions in trying to combine work and domestic activities in the same setting. As organizational structures, technology, and family priorities continue to change, the often overlooked phenomenon of teleworkers has important implications on everything from employment policies to community planning and design.
http://www.genderwork.ca/ - Base de dados sobre genero e trabalho

Projetos de Midia
Projetos que trabalham com mulheres, questões de gênero e diferentes mídias como rádio, tv e internet
-> QUESTÕES CO-RELATAS
ativismo
http://www.mujerespublicas.com.ar/
design
http://www.geuzen.org
jornalismo
coletivo de mulheres do centro de mídia independente
http://www.indybay.org/womyn/
http://www.iwmf.org/africa/
http://www.womensmediacenter.com/home.html
contação de históras (internet)
http://womensnet.org.za/digital_stories
http://silencespeaks.net
rádio, música
RÀDIO PACA http://www.radiopaca.org/
A phone-in radio station that gives air space to a multiplicity of identities, voices, thoughts, actions and presences of women around the world, in an attempt to overcome the broadcaster-receiver dichotomy and to allow any woman to become a producer of discourses in the medium of radio. A sounding box for the women’s movement and for women in movement, which contributes to the creation and continuation of a female discourse based on dialogue and diversity.
Radio Fala Mulher http://www.radiofalamulher.com/
http://www.thing.net/%7Ecocofusco/rompiendo%20site/ no méxico mulheres usam o rádio para romper o silêncio
biotransforming http://zurwehme.org/biotransforming/
rádio internacional feminista http://www.fire.or.cr/
vídeo
alvíssaras projeto de mulheres documentaristas do nordeste http://www.alvissaras.com.br/
http://www.dracmagic.com/indexesp.html mulheres documentaristas de barcelona, espanha
Anjos do sol, de Rudi Lagemann. O longa é resultado de uma pesquisa de nove anos sobre a prostituição infantil no Brasil e bjetiva ser um instrumento de denúncia e utilidade pública para a sociedade brasileira.
http://www.ibase.br/modules.php?name=Conteudo&pid=420
tics
http://www.witt-project.net/ Women's Information Technology Transfer (WITT)]] Transferência de Tecnologia de mulheres do leste europeu e europa central
gênero e tics na costa rica http://www.sulabatsu.com/
http://www.e-leusis.net/
butterfly works - uma organização formada por 4 mulheres jovens que apoia vários projetos incluindo um com crianças do kenya à holanda usando ferramentas digitais http://www.butterfly-works.org/
Rede DAWN - Development Alternatives with Women for a New Era http://www.dawn.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm
Geledés - Instituto da Mulher Negra http://www.geledes.org.br/
Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras http://www.mulheresnegras.org.br/home.htm
Cemina - Comunicação, Educação e Informação em Gênero http://www.cemina.org.br/
apcwomen http://www.apcwomen.org/
choike http://www.choike.org/nuevo_eng/4/2/index.html
genderit http://www.genderit.org/en/index.shtml?apc=f--e--1
rede informativa de mulheres da argentina http://www.rimaweb.com.ar/feminismos/index.html
netfemmes - canadá http://netfemmes.cdeacf.ca/
Les Penelopes http://www.penelopes.org/
Studio XX - centro de arte e tecnologia feminista canadá http://www.studioxx.org/
Radio Internacional Feminista http://www.fire.or.cr/
mujereshoy http://www.mujereshoy.com/secciones/portada.shtml
Núcleo de Estudos de Gênero - PAGU - unicamp, sp http://www.unicamp.br/pagu/
recursos para mulheres sobre tics (da itrainonline, em inglês) http://www.itrainonline.org/itrainonline/women/index.shtml
Themis Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero http://www.themis.org.br/themis/index.php
Know How Community rede para centros de informação para mulheres http://www.knowhowcommunity.org/
Centro de Mulheres do Cabo http://www.mulheresdocabo.org.br/
Gestos - Soropositividade, Comunicação & Gênero http://www.gestospe.org.br/
http://www.un-instraw.org/en/index.php?option=content&task=blogcategory&id=147&Itemid=169 mulheres sob a perspectiva da ONU
http://www.zephoria.org/thoughts/ blog de danah boyd
gender links igualdade de gênero na mídia - áfrica http://www.genderlinks.org.za/
who makes the news - gênero e mídia http://www.whomakesthenews.org/
http://www.digital-sistas.org - digital sisters
http://www.systers.org - systers
http://womenspace.ca - women space, canadá
livraria feminista na espanha http://www.unapalabraotra.org/libreria/ropa.htm

Alianças
NEWW rede das mulheres do leste-oeste - polônia http://www.neww.org.pl/en.php/home/index/0.html
diretório de projetos com a questao de genero, feminismo etc
http://www.cuervoblanco.com/mujer1.html
http://agendadelasmujeres.com.ar/
karat coalition - KARAT is a regional coalition of organizations and individuals that works to ensure gender equality in the CEE/CIS countries, monitors the implementation of international agreements and lobbies for the needs and concerns of women in the region at all levels of decision-making fora. http://www.karat.org/
Central and Eastern European Women's Network for Sexual and Reproductive Health and Rights http://www.womenaction.org/csw44/astra.html
WIDE - Network Women in Development Europe http://www.eurosur.org/wide/home.htm

Pontos de Cultura (Minc/Brasil) que trabalham com mulheres
Maria Mulher - Grupo de Mulheres Negras
Projeto Ponto de Cultura Maria Mulher
Associação Estadual de Cooperação Agricola do Rio Grande do Norte
Projeto Mulheres do Campo e Acesso a Cultura
RIO GRANDE DO NORTE

Coletivo de mulheres negras esperança garcia
Projeto Ações Afirmativas na Cultura para Mulheres Negras
TERESINA/PI

União Popular de Mulheres de Campo Limpo e Adjacências
Projeto Tenda da Terceira Idade
SAO PAULO/SP

Associação das mulheres inter-raciais guerreitras do alto solimões
Amigas da cultura e do esporte
TABATINGA/AM

Grupo de teatro Loucas de Pedra Lilás
Projeto mulheres vivas: comunicação, gênero e cidadania
RECIFE/PE

O Movimento do Graal no Brasil
Projeto "Folclore nas Barrancas do São Francisco": retomando, refazendo e percebendo os caminhos da cultura". Coordenado por mulheres que acreditam na potência do cerrado e procuram se sustentar através dele. Oficinas de doces dos frutos do cerrado, bordado, medicina alternativa, agricultura familiar, horta e etc
MINAS GERAIS

Associação de Amigos do Espaço Cultural CEDIM
Ponto de Cultura em Gênero
RIO DE JANEIRO/RJ

União Brasileira de Mulheres - UBM
REDE CULTURAL DA MULHER
SAO PAULO/SP

União de Mulheres de Belém
Rio Pela Arte
Belém/PA

Centro de Mulheres do Cabo
Cultura Viva: Jovens Comunicadores na Era da Inclusão Digital
Cabo de Santo Agostinho/PE

AMOCAVIM - Associação de Moradores do Condomínio e Amigos da Vila Mimosa
Damas da Camélia
Rio de Janeiro/RJ

Fundação Projeto Travessia
Projeto Oficina de Sonhos: Focado nas Mulheres chefes de familia da regiao do Grajaú, Zona Sul de Sao Paulo. Levar as crianças em situaçao de trabalho infantil, de volta as familias.
São Paulo/SP

Telecentros e Gênero
como os espaços de internet coletivos/públicos pensam a questão de gênero
Telecentres for Universal Access: Engendered Policy Options (Telecentros para o Acesso Universal: Opções de Política com Enfoque de Gênero, em inglês) http://www.isiswomen.org/pub/wia/wia202/telecentres.htm
Analyzing Telecentres from a Gender Perspective (Analisando telecentros desde um enfoque de gênero, em inglês) http://www.idrc.ca/en/ev-2745-201-1-DO_TOPIC.html

Riot Girrrls
zines, blogs, música, grafite: todos esses assuntos se misturam por aqui

http://en.wikipedia.org/wiki/Riot_girl riot girrrls, de acordo com o wikipedia
biotransforming http://zurwehme.org/biotransforming/
ladyfest brasil - festival brasileiro de meninas influenciadas pelas riot girrrls http://geocities.yahoo.com.br/ladyfestbr/
Guerrilla Girls - máscaras x véus http://www.guerrillagirls.com/
pinkbloque - ação direta http://www.pinkbloque.org/
grepgrrl - canal de IRC + ótimas dicas de programas em software livre http://grepgrrl.poivron.org/
grrrlzines - publicações independentes e outras cositas más http://grrrlzines.net/
ptqkblogzine- cibercultura crítica | digital fanzine | blog lab DA ESPANHA http://ptqkblogzine.blogia.com/
->Grafite
TPM Crew graffiti feministas nas ruas do rio de janeiro http://www.fotolog.net/tpmcrew
entrevista tpm cew http://www.rapnacional.com.br/mulheres/entrevistas/tpm.htm / fotos tpm crew http://www.flickr.com/photos/33911915@N00/sets/72057594058167846/
-> BLOG:ME
Antropologia de las comunidades hacker blog da tese de doutorado de ana, espanha http://comunidadeshacker.blogspot.com/
misbehaving.net http://www.misbehaving.net/
Quitéria uma revista pop feminista online, para meninas interessadas em música, informação, arte e debate http://www.quiteria.com.br/
http://www.sindromedeestocolmo.com/
http://www.tiara.org/blog/ blog de uma doutourando na universidade de nova york (nyu) estudando tecnologia social desde uma perspectiva feminista
evento sobre blogs e feminismo no barnard center for research on women (que tem um trabalho interessante sobre "futuros feministas" e também cientistas mulheres e as interseções sobre ciência e mulheres). as meninas de http://www.feministing.com participaram da conversa. http://www.barnard.edu/bcrw/events.htm#blogs
-> DJ'S, MÚSICAS
http://www.rapnacional.com.br/mulheres
http://neotropic.net
http://pache61.com
http://godmothers.de
http://diepatinnen.de
http://team-orange.net
http://www.yumiyumi.com
http://www.tribad.org/
http://www.mass-kotki.net/
http://www.pantskirt.com
http://www.freezepop.com
-> JOGOS
Gender and Computer Games: Exploring Females' Dislikes estudo sobre porque as mulheres jogam menos jogos de computadores que os homens, e também jogam jogos diferentes http://jcmc.indiana.edu/vol11/issue4/hartmann.html

Artistas Feministas
artes plásticas, teatro, literatura, mulheres e trabalhos que denunciam o sexismo
Nan Goldin http://www.artcyclopedia.com/artists/goldin_nan.html
Cindy Sherman http://www.cindysherman.com/
Diane Arbus http://en.wikipedia.org/wiki/Diane_Arbus
Smith Eliot http://www.smitheliot.com/
Monica Sjoo http://www.artesian-arts.org/monicasjoo.htm
Kim Gordon (Sonic Youth) http://www.sonicyouth.com/dotsonics/kim/
Margarita Sada http://www.creatividadfeminista.org/galeria2000/costumbres.htm#
Amy Martin
Jennifer Zarnicki
Barbara Krueger http://www.barbarakruger.com/
Louise Bourgeois http://www1.uol.com.br/bienal/23bienal/especial/pebo.htm
trabalhos
http://www.nodo50.org/mujeresred/arte.htm
teatro feminista, feminismo e música etc
http://renaseveados.weblog.com.pt/arquivo/cat_20_dias_de_arte_contemporanea.html
guerrilla girls
textos
http://sepiensa.org.mx/contenidos/l_feminismo/femin1.htm
boa introdução à relação arte e feminismo
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-026X2003000100006&script=sci_arttext&tlng=pt
artistas feministas no méxico
http://www.creatividadfeminista.org/entr_articls_arte.htm
textos diversos sobre, literatura, feminização da cultura etc
http://www.jornada.unam.mx/2001/12/03/ligas/links_arte.htm
sites de arte feitos por mulheres
http://www.unb.br/ih/his/gefem/labrys3/web/bras/plateau1.htm
a História e a crítica de arte no crivo dos feminismos
http://www.unb.br/ih/his/gefem/labrys3/web/bras/marielle1.htm
A influência dos feminismos em artistas da França e do Ultramar nos anos 70
http://www.comciencia.br/resenhas/mulheres/arte.htm
A Imagem da Mulher - Um estudo de Arte Brasileira
http://www.lecturalia.com/libro/3529/amazonas-con-pincel
Amazonas con pincel - Victoria Combalia Dexeus - La vida y la obra de las grandes mujeres artistas desde los albores del renacimiento al siglo XXI

Mulheres Negras
Tecendo o fio, aparando as arestas: o movimento de mulheres negras e a construção do pensamento negro feminista
http://www.lpp-uerj.net/olped/documentos/ppcor/0335.pdf, por Eliane Borges da Silva
"Discorrer sobre o movimento de mulheres negras no interior de um trabalho acadêmico,
como é o caso da proposta aqui apresentada, não é uma da tarefa facilmente executável. Trabalhos
nesse sentido requerem um olhar diferente daquele normalmente legitimado pelos cânones científicos
que preferem tratá-lo como “estudos de mulheres” (AGUIAR, 1997) e isolá-lo em núcleos e grupos
temáticos específicos. Lutar contra esse entrincheiramento e colocar os estudos feministas em inter-
relação com as diversas áreas de conhecimento, tem sido uma das reivindicações do movimento
feminista desde a década de 60."
http://africanwomenblogs.com

Contra Fundamentalismos
Women Peacemakers Program
http://www.ifor.org/WPP/ The International Fellowship of Reconciliation (IFOR) believes that without peace, development is impossible, and without women, neither peace nor development can take place. IFOR’s Women Peacemakers Program (WPP) began in 1997 and works to support and strengthen women's peacemaking initiatives.The WPP believes that programs that specifically empower women peacemakers, and encourage women and girls to become involved in peacebuilding and civil society building, are essential for development. WPP's objective is to increase the empowerment of women through active nonviolence. This is accomplished through an annual international training for nonviolence trainers, regional consultations for women in conflict situations, gender and nonviolence trainings, workshops on using the media for peace, campaigns such as the annual May 24 International Women's Day for Peace and Disarmament, and through the documentation of women's peace initiative.
mujeresdelsur - uruguai http://www.mujeresdelsur.org.uy/
"La campaña CONTRA LOS FUNDAMENTALISMOS, LO FUNDAMENTAL ES LA GENTE quiere amplificar las voces que se oponen con firmeza a las prácticas, discursos y representaciones sociales discriminatorias, sometiendo a las personas a situaciones de opresión o vulnerabilidad. Creemos en la posibilidad de construir, en el campo simbólico y en el campo político, una dimensión de seres humanos y de sujetos, sean mujeres u hombres, en el que esas prácticas se tornen imposibles. Religioso, económico, científico o cultural, el fundamentalismo siempre es político y prospera en sociedades que niegan a la humanidad en su diversidad, y que legitiman mecanismos violentos de sujeción de un grupo sobre otro, de una persona sobre otra. Esencialmente excluyentes y belicosos, los fundamentalismos minan la edificación de un proyecto de Humanidad donde todas las personas tengan derecho a tener derechos, sacrificando, en el colmo de la perversidad, la vida de las mujeres.
Esta Campaña propugna formas democráticas y pacíficas de enfrentar los conflictos. Formas que permitan reconocer las diferencias y afirmar la solidaridad, reivindicar la igualdad y valorar la diversidad, en búsqueda de soluciones negociadas sea en la esfera pública, privada o íntima de la convivencia humana."

Mulheres Ativistas
exemplos de ativismo político encabeçado por mulheres
http://www.codepink4peace.org/
grupo de minas norte-americanas que estão fazendo greve de fome em frente ao pentágono. o bacana é que elas param os deputados todo dia perguntando, descobrindo quem é a favor e contra a guerra do iraque, e ficarão lá até setembro de 2006..!
Entrevista: Jô Pontes
http://www.ibase.br/modules.php?name=Conteudo&pid=1414
As jovens feministas atuantes em diversos coletivos do país constroem, cotidianamente, a relação entre feminismo e juventude. A educadora Jô Pontes, da Paraíba, é um dos exemplos. Esta jovem, de 25 anos, está entre as fundadoras do coletivo Jovens Feministas da Paraíba e integra a Cunhã – Coletivo Feminista. Em entrevista, fala sobre políticas públicas para mulheres jovens, aborto e Rede Nacional de Jovens Feministas, entre outros assuntos.

Ecologia = Mulheres = rurais
como diferentes contextos influenciam a vida e os trabalhos de mulheres
Arqueologia http://www.marajoara.com/genero.html
mulheres e arqueologia- Incorporando Gênero na Pesquisa Arqueológica
TICs e mulheres rurais http://www.id21.org/society/s6aho1g1.html
Mulheres, TICs e desenvolvimento rural
Por qué projetos de TICs para a agricultura e o desenvolvimento rural podem fracassar de ponto de vista de gênero?
* as mulheres não têm o dinheiro para comprar o equipamento ou pagar para ter acesso
* as TICs são consideradas fora do domínio das mulheres, estão disponíveis somente em lugares onde as mulheres não se sentem à vontade, ou num horário inconveniente
* poucas vezes as mulheres rurais encontram conteúdo na língua local ou que seja relevante ao contexto ou às necessidades delas
* uma falta de tempo e capacidades e custos significam que as mulheres muitas vezes não usam as TICs para o que podem ser os fins mais relevantes, como a educação ou os negócios
* há uma falta de dados e indicadores de sucesso, e isso faz muito difícil entender a situação e ampliar os bons projetos
* ignorar as perspectivas dos homens pode levar ao fracasso se os homens, que detêm o poder, sentem-se excluidos e resolvem atrapalhar programas direcionadas às mulheres
Modelo de capacitação em novas tecnologias para mulheres rurais desenvolvido pela Modemmujer no México e uma matéria do GenderIt.org sobre uma das oficinas http://modemmujer.org/mujerrural/ http://www.modemmujer.org/indexw.htm http://www.genderit.org/esp/index.shtml?apc=f--s--1&x=94242
Agricultura, meio ambiente, biodiversidade, conhecimento local, agroecologia
Red de semillas - Fernando Garcia Dory http://reddesemillas.ourproject.org/sommaire_texte.php3
Bajo el Asfalto esta la Huerta - em baixo do asfalto está a horta! http://bah.ourproject.org/
Manual da FAO sobre gênero, agrobiodiversidade e conhecimento local (PDF, em inglês, 4.7Mb!!) http://www.fao.org/sd/links/documents_download/Manual.pdf
Projeto Links - gênero, biodiversidade e sistemas de conhecimento local para fortalecer a agricultura e o desenvolvimento rural no sul da áfrica http://www.fao.org/sd/links/home/prima.html
Rede Dimitra rede sobre tics e mulheres rurais, da fao, trabalhando principalmente na áfrica http://www.fao.org/Dimitra/new_index.jsp
Navdanya http://www.navdanya.org/ fundado por Vandana Shivahttp://en.wikipedia.org/wiki/Vandana_Shiva, é um programa de conservação de biodiversidade em Uttranchal, no norte da Índia, que apoia agricultores e agricultoras locais, resgata e preserva plantações e plantas ameaçadas por extinção. Trabalha também para rejuvenescer o conhecimento e a cultura loc al, tem seu próprio banco de sementes e pratica agroecologia. Numa mensagem no site http://www.navdanya.org/about/founder-message.htm, Vandana Shiva disse que para ela, ecologia e feminismo sempre foram juntos. Navdanya tem um trabalho na área de gênero, Diverse Women for Diversity. http://www.navdanya.org/dwd/index.htm
Articulação Nacional de Agroecologia - tem um Grupo de Trabalho de Gênero http://www.agroecologia.org.br/
notícia sobre projeto sobre estratégias para incorporação do enfoque de gênero em dinâmicas regionais http://www.rede-mg.org.br/?iid=24&sid=33
Women's Environmental Network - http://www.wen.org.uk/ Rede de Mulheres e Meio Ambiente, na Inglaterra, educando, 'empoderando', e informando homens e mulheres que se preocupem sobre o meio-ambiente. Fazendo campanhas sobre temas de meio ambiente e saude desde uma perspectiva feminina.
Participação das mulheres no MST: http://www.mst.org.br/setores/genero/genero.html e http://www.mst.org.br/setores/genero/participacaomulheres.htm
Conseqüências do modelo de agricultura atual para as mulheres: http://www.mst.org.br/setores/genero/modelo.htm
Olga Bernário: http://www.mst.org.br/setores/genero/olga.htm
Acampamentos: novas relações de gênero (con)fundidas na luta pela terra do Pontal do Paranapanema por Renata Gonçalves Honório. "Artigo examina a dinâmica social de produção de novas relações de gênero nos espaços dos acampamentos, buscando iniciar uma reflexão sobre o processo simultâneo de mudança entre as relações espaciais e de gênero." http://www.nead.org.br/index.php?acao=biblioteca&publicacaoID=317
Matéria sobre a importância do conhecimento das mulheres para combater a desertificação
http://ipsnews.net/news.asp?idnews=34899
Gênero e pesca
Mulheres na pesca artesanal (inglês) http://wif.icsf.net/jsp/wif/english/home.jsp
Red Latinoamericana de Mujeres del Sector Pesquero http://mujeres.infopesca.org/
Women & Fisheries Network, Pacific region http://www.spinifexpress.com.au/fasiapub/fiji/fiji2.htm
rede de mulheres na pesca na região do pacifico
http://www.fishwomen.org um mar de mulheres! site de rede europea de mulheres pesqueras, usando licença gpl

Vitimizacao e Mercantilizacao
os direitos das mulheres continuam sendo sistematicamente quebrados. que direitos são estes e como atingí-los?
-> SOBRE A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, A SUA VITIMIZAÇÃO, MERCANTILIZAÇÃO E DEMAIS ABUSOS DE PODER
prostituição
Zona FM dá voz às prostitutas da Bahia http://arruda.rits.org.br/notitia1/servlet/newstorm.notitia.apresentacao.ServletDeSecao?codigoDaSecao=6&dataDoJornal=1142614585000
ONG DAVIDA http://www.davida.org.br/
sítio do jornal impresso Beijo da rua, publicado desde 1988 http://www.beijodarua.com.br/
Rede Brasileira de Prostitutas http://www.redeprostitutas.org.br/
http://www.sexworkeurope.org/
revoltas
MicroRevolt http://www.microrevolt.org/- projeto sobre sobre a feminização do trabalho. investigate the dawn of sweatshops in early industrial capitalism to inform the current crisis of global expansion.
SON DE TAMBORA "El valor de la mujer"/La Iniciativa de Comunicación -> LerArtigo
PreconceitoMulher
Women's human rights: violence against women, pornography and ICTs (Direitos da mulher: violência contra as mulheres, pornografia e TICs), Women Claiming The Information Society (WOCTIS) ->
http://www.genderit.org/upload/ad6d215b74e2a8613f0cf5416c9f3865/WOCTIS_paper_jk.pdf
Digital Dangers: Information & Communication Technologies and Trafficking in Women (Perigos Digitais: TICs e tráfico de mulheres), por Kathleen Maltzahn, publicação de AWID e APC WNSP->
http://www.awid.org/publications/OccasionalPapers/spotlight6_en.pdf
Feminicidio http://www.isis.cl/Feminicidio/
Serviço à Mulher Marginalizada-SMM http://www.smm.org.br/home.htm
Campanha contra a violência na internet da Rádio Internacional Feminista, FIRE http://www.radiofeminista.net/agosto06/camp_violencia/camp_violencia.htm
Agressão atinge mulher de todas as classes http://www.pnud.org.br/cidadania/entrevistas/index.php?id01=832&lay=cid
Violência de gênero não afeta apenas pessoas pobres e com baixo grau de instrução, diz Diva Moreira, analista de programas do PNUD
Tráfico de Seres Humanos http://www.radiofalamulher.com/noticias_detalhe.asp?cod_noticias=166
Escola de samba participa de manifestação contra exploração sexual http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI1011676-EI306,00.html
"Estudos indicam que cerca de 800 mil mulheres caem na rede de comércio humano nos países do bloco econômico" (matéria na CEMINA http://www.cemina.org.br/)
Pernambuco- homicídio mata 40 vezes mais negras
Recife, 31/10/2006 - Estudo mostra que, no Recife, mulheres negras e pardas entre 20 e 29 anos são mais assassinadas do que as brancas da mesma faixa http://www.mobilizacaosaudenegra.blogspot.com/
Um estudo realizado por uma sanitarista da Secretaria de Saúde do Recife aponta que as mulheres negras do município têm 1,7 vez mais chance de morrer do que as brancas. Essa proporção é ainda maior quando analisados os dados das recifenses de 20 a 29 anos: entre as pretas e pardas, o risco é 2,4 vezes maior. Nessa faixa etária específica, a diferença mais intensa aparece nas taxas de homicídio: as negras são assassinadas cerca de 40 vezes mais do que as não-negras. Os números são baseados em dados de 2001 a 2003 do Sistema de Informação sobre Mortalidade, em que foram verificados 2.943 óbitos de mulheres na capital pernambucana (1.924 de pretas e pardas e 1.019 de brancas). Os resultados constam de um estudo intitulado “Desigualdades Sociais na mortalidade de mulheres adultas do Recife nos anos de 2001 a 2003”, desenvolvido pela pesquisadora Sony Santos, sanitarista da Diretoria de Vigilância à Saúde da Secretaria de Saúde do Recife. As cifras, segundo a pesquisadora, são um reflexo da desigualdade social. “As mulheres negras estão mais expostas a situações desfavoráveis nos locais de habitação. Vivem em áreas de baixa renda e são mais expostas a situações de violência”, diz. A principal causa de morte entre as negras são as doenças do aparelho circulatório (com um risco de morte duas vezes maior para pretas e pardas do que para as brancas). Em segundo lugar, aparecem as neoplasias (com uma diferença de 1,2 para as negras). Em terceiro, as mortes por causas externas, que representam a maior desigualdade: o risco é 4,5 vezes maior para as negras do que para as não-negras — essa é a sétima causa de morte entre as mulheres do Recife que se classificam como brancas. Entre as causas externas, as taxas de homicídio são as mais desiguais: o risco de uma mulher de cor preta ou parda morrer assassinada na capital de Pernambuco é 9,7 vezes o das brancas. Na faixa entre 20 e 29 anos, a taxa é de 21,2 por 100 mil habitantes (negras) e 0,5 por 100 mil habitantes (brancas). “Os agressores são geralmente homens com os quais elas mantêm relações afetivas ou familiares, usuários de drogas e álcool e com baixa escolaridade. E as mulheres negras estão mais expostas a esse tipo de agressor”, avalia Sony. Nessa mesma faixa etária, as negras também morrem mais de suicídio (4,5 por 100 mil habitantes, contra 1,0 das brancas), de causas maternas (6,8 contra 1,6), acidentes de trânsito (5,9 contra 5,2) e Aids (5,9 contra 5,2), entre outros fatores. “O estudo revela que as mulheres negras têm mais dificuldade de acesso à assistência social e aos serviços básicos de saúde”, afirma a sanitarista. Segundo ela, isso se ilustra, por exemplo, nas mortes por tipos de câncer. O único fator de morte aos quais as pretas e pardas não são mais suscetíveis que as brancas é o câncer de mama, enquanto o de colo de útero confirma as tendências anteriores. “O câncer de colo de útero é contraído também pelo HPV [Human Papiloma Virus], um vírus sexualmente transmissível. Ele é mais evitável que o de mama, principalmente porque o papanicolau é um exame muito barato e facilmente realizado no atendimento básico”, diz. O estudo foi apresentado durante o 1º Seminário de Saúde Municipal da População Negra, que aconteceu no Recife na sexta-feira, Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra. O evento teve apoio do Programa de Combate ao Racismo Institucional, do PNUD. www.pnud.org.br
:: O Brasil e a convenção sobre a eliminação de todas as formas de discriminação contra a mulher ::
- contribuição do mov. de mulheres para garantir o cumprimento da convenção sobre a aeliminação de todas as formas de discriminação contra a mulher - CEDAW, pelo estado brasileiro (junho 2003 agende/cladem) não há liberdade sem igualdade. o direito à igualdade é direito fundamental como o direito à diferença. incorporar os direitos humanos das mulheres a partir dos recortes de gênero, classe, raça, etnia e idade considera a universalidade e indivisibilidade dos direitos humanos. o brasil: ainda figura como o 4o pais com maior concentração de renda do mundo perdendo apenas para serra leao, república centro-africana e suazilândia na áfrica. a rena média dos 10% mais ricos é 28 vezes maior que as do 40% mais pobres. a dinâmica da exclusão social é condicionada pela ausência do estado, uma ausência deliberada, que atende política do estado mínimo advinda de processoa de ajustes estruturais. em todos os serviços indispensáveis à saúde,e ducação, habitação e saneamento, o etado falha, deixando de oferecer a infraestrutura básica, e quando o faz, não assegura qualidade à operacionalização dos serviços. muito embora esteja presente nos mais remotos rincões do país, sua atuação restringe-se à uma função disciplinadora, falhando na responsabilidade de promover a cidadania nos demais aspectos dos direitos fundamentais, (...) acentuando as marcas da pobreza e da desigualdade, afetando o pleno exercício dos direitos econômicos, sociais e culturais, mas também os direitos civis e políticos. a desigualdade tem crescido sistematicamente no brasil, sendo hoje bem mais elevada do que na primeira década da 1980. os padrões brasileiros de desigualdade variam muito em relação às diferenças regionais, sendo sistemática a disparidade observada entre os padrões de renda do nordeste - onde 45% das pessoas vivem em situação de pobreza - e demais regiões do país. a pobreza e a desigualdade econômico-social afetam de forma desproporcional as mulheres da cidade e do campo e as populações afro-descendentes e indígenas no Brasil. no plano jurídico há um abismo entre lei e política. o brasil, mesmo tendo ratificado inúmeros tratados e convenções sobre os direitos humanos no brasil, incorporando a maioria expressiva das reinvidincações formuladas pelos movimentos sociais, ainda não cumpre esses compromissos - tanto pela não-continuamento das políticas públicas, o acesso desigual por parte da população feminina a essas políticas assim como circunstâncias cumulativais (sociais, culturais etc) que reproduzem as desigualdades.
discriminação
a discriminação pode ser visualizada em diferentes planos e aspectos da vida pública. está presente na forma com que os agente spolicias tratam as mulheres vítinas de violência, na práticas reprodutoras da ideologia patriarcal de professores e educadores responsáveis pela formação de crianças, jovens e adolescentes, na veiculação de imagens depreciativas da mulher nos meios de comunicação , em especial nos anúncios comerciuais e nas letras de música, na omissão ou aplicação sexista das leis por parte dos operadores do direito, na preservação de mecanismos de exclusão das mulheres pelos agentes governamentais, técnicos e gestores que insistem em tratar as mulhres de forma discriminatória e excludente barrando seu acesso ás novas tecnologias, conhecimentos e investimentos. em suma, não há por parte do estado brasileiro a preocupação em sensibilizar e capacitar seu pessoal técnico para que possam desempenhar de forma competente políticas voltadas à transformação das relações de gênero. a educação também não tem sido bem sucedida em romper com os preconceitos e se pautar por parâmetros sexistas e patriarcais, deixando de cumprir seu papel de agente de transformação dos padrões culturais.
vida pública
o distanciamento das mulheres das decisões públicas vincula-se a sua viência cotidiana.o padrão cultural ainda vigente no brasil naturaliza a sua permanência em papéis tradicionais (claramente percebidos em suas favoritas telenovelas), como os trabalhos domésticos, nos cuidados com a família e na solidariedade social. (..) à medida em que as políticas públicas não incentivam a divisão do trabalho doméstico, o compartilhamento das responsabilidaes econômicas e afetivas, no cuidado com os filhos e filhas, a cosntruçõ de novos modelos calcaos em responsabilidae solidária entre os sexos ou o combate à violência domésttica. na maior parte dos lares brasileiros as mulheres assumem integralmente o trabalho doméstico, acumulando duplas e triplas jornadas sem que o estado estabeleça nenhuma medida de política social que as ampare e promova mudanças. o trabalho produtivo não-remunerado nas áreas rurais também permanece invisibilizado. já o trabalho doméstico remunerado, realizado por mão-de pobra feminina - 93% - é a profissão de maior concentração de mulheres no brasil.
a casa
o planejamento familiar é assegurado pela constituição de federal e a lei 9.263/96 regulamenta sua implementação por ações preventivas e educativas para garantir o acesso igualitário a informação, meios, métodos e técnicas disponíveis para regular a fecundidade. mas o MS só distribui métodos contraceptivos em quantidade para atender apenas a 30% da demanda presumida. a esterilização se restringe a anuência do cônjuge, a fixação de idade mínima de 25 anos, e a existência de dois filhos vivos. os programas de planejamento familiar dirigem-se apenas às mulheres e faltam projetos para a promoção da paternidade consciente e atuante, fazendo da contracepção uma responsabilidade exclusivamente feminina. esta perspectiva subdimensiona o papel e a responsabilidade dos homens quanto à saúde sexual e reprodutiva. a prática do aborto é criminalizada. na nicarágua recentmente voltou a ser crime o abroto com pena de 4 a 8 anos de prisão para quem executá-lo. no brasil a rexceção é quando há risco de vida para a gestante ou gravidez resultante de estupro, casos para os quais são ofertados serviços da rede. atulmente somente 46 serviços em todo o país realizam esse procedimento. a brasileira recorre a serviços clandestinos, causando sequelas à sua saúde e morte. o aborto é a quinta cusa de internações na rede pública de saúde. a descriminização do aborto encontra grandes resitências em setores conservadores da sociedade ligados às diversas igrejas. o movimento feminista tem buscado revera legislação referente ao aborto, reafirmando ser este um problema de saúde e uma questão de direitos humanos. não há políticas públicas para jovens e adolescentes que experimentam dificuldades no acesso à informação serviços e insumos para o exercício dos direitos sexuais e dos direitos reprodutivos. que abarquem ações do serviço de saúde, das escolas, e também nas comunidades, que é o espaço da ivência cotidiana da sexualidade e da reprodução, e aonde se pode atingir aquelas que estão fora das escolas.. às idosas as campanhas se restringem às anuais de vacinacção contra a gripe.
violência
se o preconceito misógeno é um traço cuktural marcante na sociedade brasileira, a discriminação e a violência contra as mulheres não pideriam deixar de estar presentes no cotidiano das mulheres. a violência perpetrada cvontra os diferentes segmentos de mulhgeres brasileiras - negras, indígenas, brancas, idosas, meninas, jovens, lésbicas, rurais, da floresta e detentas - é um exemplo disso. essas violêmcias revelam a existência de mecanismos de legimimação da sujeição das mulheres aos homens, sendo o uso do poder e da força sua principal característica enquanto ação, e o descaso e a naturalização por parte do estado e dos poderes públicos ,e m geral, como omissão.
uma de cada conci brasileiras -19%- declara espontaneamente ter sofrido algum tipo de violência por alguém do sexo masculino. quando estimuladas pela citação de diferentes formas de perpetração, este índice chegou a 43% demosnttando que as relações violentas habitam o cotidiano das mulheres, levando=-as não raro a manterem-se caladas. segundo a pesquisa da fundação perseu abramo (2001) mais da metade das vítimas não pede ajuda e as formas de violência mais denunciadas são as ameaças à integridade física com armas -61%- e menos denunciadas, as relações sexuais forçadas 33%. não existe no brasil uma lei específica para a violência contra as mulheres. existe uma lei, a lei 9.099/95, que tem como objetivo agilizar o acesso à justiça para as vítimas, mesmo não prevendo a punição do agressor e sim penas alternativas muitas vezes limitando-se ao pagamento de multas e cestas básicas, desvinculando a pena do problema, contribuindo para banalizar a violência de gênero, além da total ausência de campanhas educativas que informem as mulheres de programas e ações. a violência sexual também não encontra mecanismos suficientes de prevenção e combate e tão pouco é fornecido suporte adequado de apoio às vítimas. ressalta-se ainda a ocorrência dessa violência em segmentos específicos, como às mulheres índias, violentadas sexualmente dentro de áreas indígenas em zonas de militarização, nas fronteiras dsa amazônia legal brasiuleira com outros países, onde impresa a impunidade. o assédio moral e sexual no trabalho revela outra face perversa da violência nas relações de gênero e poder, sem respostas institucionais e sociais efetivas para sua punição e prevenção. o assédio moral - em geral humilhação repetitiva e de longa duração - interfere na vida das trabalhadoras brasileiras, comprometendo sua identidade, dignidade, relaçções afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental, que ppodem gerar incapacidade laborativa, desemprego, ou até mesmo a morte. o tráfico de mulheres e meninas para fins de exploração sexual comercial e aexploração sexual de meninas em rodas sa regiões é hoje fenômeno em expansão, principalmente nas regiões norte e nordeste do país onde os íncices de pobreza são mais elevados, o que inclui meninas indígenas e negras brutalmente utilizadas neste comércio como "mercadoria exótica e erotizante". quadro de violência institucional que se perpetua pela negligência, cumplicidade e tolerância do etado quanto às desigualdades de gênero.
Os aportes sobre precariedade interessam à problematização da prostituição?
http://www.sindominio.net/karakola/precarias/segundafase.htm

Trans Genero
Ensaio de construção do pensamento transfeminista http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/12/340210.shtml
Pensando na dicotomia de polarização homem-mulher proponho uma reflexão sobre quem são as mulheres e homens trans, sobre quem são as pessoas andrógenas e quais as determinações para tal. Gostaria de reflexionar sobre o papel da medicina, do direito e de outros mecanismos estatais na concessão de nossa existência e sobre a urgente necessidade de protagonizar nossa própria história. Por Aline Freitas.
hottrannyaction http://www.hottrannyaction.org/
" Over the past fifteen years, trans activists have made a concerted effort to unite all of us who transgress gender norms in one way or another under the umbrella term “transgender”. This was done so that we could work together, gaining strength in numbers, in order to fight against all discrimination based on gender identity and expression. This strategy has been extraordinarily effective in accomplishing this goal, as the acceptance of transgendered people in our society has reached levels that many of us never would have dreamed possible. "

Corpo Digital
interações por inter-faces
Devir (in)Orgânico: Entre a humanização do objecto e a desumanização do sujeito - António Fidalgo, Catarina Moura, 2004
http://www.bocc.ubi.pt/pag/fidalgo-moura-devir-inorganico.pdf
http://www.midiatatica.org/wakka/wakka.php?wakka=PedagogiaCiborgue
http://www.molodiez.org/net/real_body2.html
http://www.uiowa.edu/~iareview/tirweb/feature/minotaur/mp_print_version.
http://www.stanford.edu/dept/HPS/Haraway/CyborgManifesto.html
http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=11&id=87
http://www.web-side.org/remedioszafra/doc/ident_sex.html
http://www.educ.fc.ul.pt/hyper/resources/jmourao/metacarne.htm
http://www.accpar.org/numero5/cyberfem.htm
http://molodiez.org/net/sandy.html
http://molodiez.org/net/who_am_we.html
http://flosspols.org/deliverables/FLOSSPOLS-D16-Gender_Integrated_Report_of_Findings.pdf
Resumo
O ponto de vista tradicional de gênero enxerga de forma binária homens e mulheres, classificando-os como opostos complementares. Entretanto, na cibersociedade a identidade virtual move-se em um novo ambiente. De corpos e suas construções subjetivas e físicas. Mas a prática de colocar-se na direção daquele que sofre o preconceito, ajuda na reprodução ou eliminação dos nossos papéis determinados socialmente, resultando em uma maior ou menor igualdade de gênero(s)?
Gênero no Cibespaço
Já sabemos que as tecnologias não são agentes transparentes que removem a questão de gênero de nossas vistas, e sim, ao contrário, ploriferariam a produção e organização de corpos ge(ne)rados nos espaços reais e virtuais, misturando-os imperceptivelmente às máquinas físicas (como lentes de contato, implantes) e muitas vezes a um conhecimento experienciado, mediado, do Outro. Pois qual o sentido de falar em skype se não puder reencontrá-l@ de fato? Ainda que o ciberespaço muitas vezes reflita as perpetuações cartesianas do mundo offline, sua imagem surge destorcida, ou invertida como um espelho, em que as identidades formam-se sob influência desse outro ambiente, moldado muito mais pelo intelecto e pelo corpo virtual/software do que pela matéria/hardware. Neste sentido, trans-gênero ou ciborgue, os limites entre social/natural e biologia/tecnologia seriam generosamente permeáveis. A teoria queer (2) de certa forma já explicou este tipo de comportamento, que poderia até ser caracterizado como histérico, pois afirma que as pessoas estão contrariando a concepção (lógica/binária) de ser mulher, ou ser homem. Para Butler o gênero deveria ser visto como “uma variável fluída que se desloca e se modifica em diferentes contextos e em diferentes épocas”. A teoria queer potencializa-se no ciberespaço enquanto ambiente criado de forma virtual, uma vez que pode-se construir uma identidade totalmente deslocada do corpo físico. Assim, partindo da perspectiva que o gênero pode modificar-se, sua relação com o preconceito se torna bem mais complexa do que se encarado com algo binário. A construção desta identidade que não é fixa no ciberespaço coloca o corpo material em xeque, pois quem dá as cartas é a mente e o físico ele pode ser substituído tanto pelo corpo virtual quanto pela imaginação. Se me descrevo como um homem alto, bonito e sensual e sustento este discurso com atitudes, comentários e um comportamento de um rapaz assim, quem dirá que sou mulher? Enquanto as possibilidades de transgressão corporal na vida real apresentam-se diretamente relacionadas com o corpo físico, como travestir-se de mulher no carnaval, ou até mesmo operações de troca de sexo, quando se trata do corpo virtual entramos em outro âmbito. Pois não existe mais um "conheça seu corpo", mas "invente seu corpo". E o que acontece com a identidade de gênero nesse "mais corpo"? Sendo assim, é interessante notar como o preconceito chega a ser invertido no ciberespaço, afinal de contas, por trás de um teclado as pessoas afirmam muitas coisas que não afirmariam olhando de frente o/a agredido/a. Muitas vezes o/a agressor/a veste a carapuça do agredido/a, como homens que se passam por mulheres em salas de bate papo, lésbicas que se tornam homens, ou machões que se revelam bichas. Tal prática de se (re)colocar no posição da/o outra/o, muitas vezes sujeito desprezado, demonstra como as novas tecnologias distorcem o comportamento. Levando em consideração que a produção tecnológica hoje em dia é quase exclusivamente feita para o mercado, com inúmeras insituições de fomento à profissionalização da técnica, e estando os meios de comunicação tradicionais presos à lógica de dominação e controle do estado e seus parceiros e discursos hegemônicos, sobra aos espaços democráticos da internet e ao experimentalismo criativo característico do software livre, (que lida com questões tão diversas quanto à reciclagem e a autonomia tecnológica, a propriedade intelectual não-individualizada e não-comercial e até mesmo ativismo político), o livre estudo e desenvolvimento das técnicas capazes de revelar as possíveis e questionadoras relações entre gênero e tecnologia. Estas devem ser levadas para o campo da cultura e da arte, assim como da informação, da ciência e da técnica, pois todos são partes integrantes dos novos campos de batalha cognitiva. Este novo "uso tecnológico", que pode conter em si uma forma de ativismo de gênero, como o ciberfeminismo, que nada mais é do que a re-apropriação cultural da tecnologia sob esta perspectiva, não orientado pelas demandas do capitalismo pós-moderno e sua produção em massa e linear, ou simplesmente pelo consumo. São as tecnologias de re:conhecimento, poetizadas e/ou concretizadas através de seu uso cotidiano, desde o conhecimento sobre a manutenção de computadores, a história resgatada das mulheres tecno-cientistas, assim como os encontros e estudos em grupo online (4), que incluem também o conhecimento do próprio corpo, assim como do novo corpo, o corpo digital (5). Alteridade, fexibilidade, novos espaços de trabalho e lazer, técnica livre, uso crítico. Neste sentido, penetrar a tela envolve um estado que vai do físico, espaço biológico de espectador para o simbólico, o metafórico "consenso alucinatório" do ciberespaço - um espaço que é locus de intenso desejo for um encorpamento refigurado. Norbert Weiner em 50(3) apresenta-nos a cibernética afirma o feedback como chave para a fuga da entropia. O conhecimento do passado e a possibilidade de aplicá-lo de volta ao presente, em um aprendizado contínuo, torna o processo (ação) conteúdo (aprendizado). (TORNA O QUE? - > EXPLICAR MELHOR) Exatamente como fazemos nas comunidades online, quando deixamos de ser consumidores de mídia e nos tornamos produtores, onde nosso corpo é corpo-mídia (4). A pergunta de Stone e que circunscrevemos aqui é se os futuros habitantes do ciberespaço continuarão a construir o desejo através da geração de corpos e gênero em termos binários ou acharão possibilidades mais interessantes de diferença sem se guiar por relações de dominação e submissão? Pelos depoimentos de participantes de comunidades online, o preconceito persiste (5). Dentre os casos mais recentes está o depoimento em forma de texto de Annalee Newitz, que retrata o sexismo dos usuários do site Slashdot, que surge através dos comentários sobre seus artigos, que sempre parecem dar mais importância às suas características físicas do que a seu pensamento. No entanto, por meio dos mesmos comentários de outras mulheres puderam questionar tal atitude dos homens, gerando um debate mais profundo acerca do comportamento patriarcal. Outro caso é o do "hate-site" às LinuxChix, uma comunidade de mulheres há cinco anos online, que também gerou uma rápida mobilização contra o preconceito evidenciado e registrado. Isso se dá, sobretudo pela interatividade do meio digital, diferente de outros meios como o rádio e a tv, pois se parte do princípio de que se posso ler tal manifesto, posso também através do mesmo meio desconstruí-lo.
Outro exemplo é a ação de Cornelia Solfrank que em um concurso de net.arte, cria um programa que coleta informações de mulheres e fotos na internet e constrói uma página única. Seu trabalho para a exibição foi o de mandar, sem avisar aos curadores, a inscrição de 289 mulheres para o concurso. Na tela de entrada de seu site: Uma artista inteligente deixa com que a máquina faça o trabalho! [“A clever artist makes the machine do the work!”]) às mulheres do Woman on Waves, que realizam abortos em alto-mar para fugirem às leis que criminalizam a livre escolha (mas que estimulam as tecnologias da escolha inevitável, como a inseminação artificial), ao trabalho de linguagem inclusiva do CMI-Mulheres que revela o discurso da dominação. Assim como pelo conhecimento sobre a manutenção de computadores, abrir a caixa-preta por pura curiosidade, e ali resgatar a história das mulheres tecno-cientistas, como Ada Lovelace, a primeira programadora. Assim desejo torna-se movimento através de fronteiras que antes pareciam imóveis. “Meu corpo: a máquina”, diz Haraway. E entramos no ciberespaço pela porta do experimentalismo criativo característico do software livre - que lida com questões tão diversas quanto à reciclagem e a autonomia tecnológica, do hardware e da programação, da propriedade intelectual não-individualizada e não-comercial e até mesmo do ativismo político? Ou pela profissionalização que permeia a linguagem do software proprietário, já que no mundo do teletrabalho a casa torna-se o local mais disputado? Levando em consideração as inúmeras instituições de fomento à profissionalização da técnica, vemos que muito da produção cultural e simbólica ainda encontra-se amarrada à idéia de mercado, assim como os meios de comunicação tradicionais, presos à lógica de dominação e controle do estado, com seus parceiros e discursos hegemônicos, sobra aos espaços multi-vocais da Internet o ato de inseminar, ou segundo os filósofos, contagiar estes questionamentos por campos diversos: da cultura e da arte, quando são consideradas questões ciberfeministas, enquanto linguagem produzindo informação crítica, na ciência não se orientando pelas demandas do capitalismo e seu modo e tempo de produção cada vez mais acelerado, seu incansável consumo, e finalmente tendo a técnica como parte integrante-cognitiva, com a qual funde-se. São as tecnologias de re:conhecimento.
Referências (precisam ser organizadas)
Versão I
(1) http://www.midiatatica.org/wakka/wakka.php?wakka=GenEro∞;
(2)http://www.molodiez.org/net/real_body2.html∞;
(3) http://www.alternet.org/story/34819/∞; 2 e http://br-linux.org/linux/node/3317∞;
Projetos que procuram justamente dar visibilidade ao preconceito no mundo do trabalho são PSL-Mulheres e LinuxChix.
(4) g2g: grupo de estudos em gênero e tecnologia em g2g-AT-lists.riseup.net
(5) O aprendizado do próprio corpo é tema do PS-Mulheres, de um coletivo oriundo do Centro de mídia Independente, que em suas oficinas relacionam peças de computadores com partes do corpo.
(6) http://www.theory.org.uk/ctr-butl.htm∞; - Judith Butler - Gender Trouble (não Gênero)
Versão II
(1)http://www.molodiez.org/net/real_body2.html∞;
(2) http://www.theory.org.uk/ctr-butl.htm&#8734∞; - Judith Butler - Gender Trouble (não Gênero)
(3) Cibernética e Sociedade
(4) Helena Katz
(5) http://www.alternet.org/story/34819/&#8734∞; 2 e http://br-linux.org/linux/node/3317&#8734∞;
Projetos que procuram justamente dar visibilidade ao preconceito no mundo do trabalho são PSL-Mulheres e LinuxChix.
(6) g2g: grupo de estudos em gênero e tecnologia em g2g-AT-lists.riseup.net
(7) O aprendizado do próprio corpo é tema do PS-Mulheres, de um coletivo oriundo do Centro de mídia Independente, que em suas oficinas relacionam peças de computadores com partes do corpo.

Pornografia Feminista
livre, feita para e por mulheres
Manifesto PorNós
http://www.corpuscrisis.org/confabulando/tiki-read_article.php?articleId=1
De , M/cyclopedia of New Technologies
[[http://wiki.media-culture.org.au/index.php/Pornography_and_Internet_Technologies Pornography_and_Internet



"Para cada menina que se cansou de fingir ser fraca quando ela é forte, existe um menino cansado de aparecer forte quando ele se sente vulnerável. Para cada menino que sente o peso da expectativa constante de que ele saiba tudo, existe uma menina que está cansada das pessoas não confiarem na inteligência dela. Para cada menina que está cansada de ser chamada de ultra-sensível existe um menino que teme ser gentil, e chorar. Para cada menino para quem competição é a única forma de provar sua masculinidade, existe uma menina que é acusada de não ser feminina quando ela compete. Para cada menina que joga fora o seu forninho existe um menino que quer achar um. Para cada menino lutando para que a publicidade não dite seus desejos, existe uma menina encarando os ataques da indústria publicitária sobre sua auto-estima. Para cada menina que toma uma passo em direção à sua libertação existe um menino para quem o caminho à liberdade fica um pouquinho mais fácil" nancy smith

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